Técnicas de Captação de Espermatozóides - Azoospermia não Obstrutiva - TESA, TESE e Micro-TESE

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Pós Vasectomia – PESA: É a aspiração percutânea dos espermatozóides nos epídidimos, puncionado com uma agulha de fino calibre. Muito utilizada para homens vasectomizados. Pode ser feito com anestesia local ou com sedação. Algumas vezes é utilizado como diagnóstico em casos de vasectomias realizadas após 16 anos ou mais.

(1) Testicular Sperm Aspiration – TESA: É a aspiração percutânea dos espermatozóides do testículo puncionado com uma agulha de grosso calibre. Como é feita as cegas, as chances de se encontrar espermatozóides é inferior quando dissecamos os testículos na procura de regiões mais suspeitas de terem espermatozóides.

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(2) Testicular Sperm Extraction (TESE): A realização de múltiplas biópsias testiculares tem uma alta porcentagem de recuperação de espermatozóides, embora demande inúmeras tentativas, o que aumenta os riscos de eventuais complicações. Permite também, como vantagem, de se analisar o tecido testicular, como forma de auxilio prognóstico para a produção ou não de espermatozóides.

(3) Microsurgical Epididymal Sperm Aspiration – MESA: É a aspiração  dos espermatozóides do epídidimo guiada por microcirurgia – Muito utilizada para pacientes com agenesia deferencial – Como não é feita as cegas, as chances de se encontrar espermatozóides é superior ao PESA para os casos de agenesia.

(4) Microdissection Testicular Sperm Extraction (MicroTESE): Com uso de microscopia, a biópsia testicular é dirigida para uma região com suspeita maior de encontrarmos espermatozóides. Geralmente quando encontramos túmulos dilatados, retiramos uma amostra da região e analisamos após a lise dos túbulos em sala cirúrgica. Demanda presença de andrologista ( biomédica em sala – foto abaixo ) durante todo o procedimento.

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Fonte: Aula Prof. Sandro Esteves – Slide Share – 28 de setembro de 2012

Atualmente é o processo com maior chance de captação, foi desenvolvido e aprimorado pelo Dr. Peter Schlegel ( em Nova Iorque ), com o qual Dr. Conrado Alvarenga, em 2010, esteve pessoalmente por alguns meses, com o intuito de aprendizado e aprimoramento do método na Universidade de Cornell. Esta técnica tem sido a técnica de eleição para pacientes com azoospermia não obstrutiva e a que garante o maior índice de sucesso.

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Imagens do Dr. Peter Schlegel, em 2010, durante observership Dr. Conrado Alvarenga – procedimento em paciente com azoospermia não obstrutiva
Cornell University, NYC. - Hospital Presbiteriano de Nova Iorque.

Dr. Conrado Alvarenga
Urologista
HC FMUSP

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Dr. Conrado Alvarenga


Membro da Divisão de Urologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

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